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Aluno de Medicina participa de estágio em neurologia e dor crônica em Nova York

05 setembro, 2022

Matheus Kenedy é aluno do 11º período do curso de Medicina na Univale e reúne uma trajetória de conquistas acadêmicas

É no contato direto com a prática profissional, durante os estágios, que o estudante tem a oportunidade de desenvolver as habilidades aprendidas em sala de aula. Além disso, os estágios permitem que o aluno passe por diferentes áreas, conheça formas de atuação e possibilidades para o exercício da profissão. Pensando nisso, Matheus Kenedy Portugal de Lima, aluno do 11º período do curso de Medicina, decidiu ir além dos estágios obrigatórios.

Matheus tem o objetivo de fazer residência médica nos Estados Unidos e foi em busca de oportunidades que o aproximassem dessa meta antes mesmo de concluir a graduação. Durante cinco semanas, ele atuou em uma clínica de dor crônica em Nova York, nos Estados Unidos. 

“É uma clínica com altíssimo fluxo de pacientes, uma média de 1.400 por mês, então tinha uma demanda muito grande. Eu tive muita oportunidade de ter contato com paciente, fazia atendimentos, obviamente na parte do exame físico em conduta eu chamava a médica, pra nós avaliarmos em conjunto, mas toda a anamnese e até mesmo exame físico eu fazia, da mesma forma que a gente faz no AME. Alguns pequenos procedimentos ela me autorizava a fazer sob supervisão dela. E eu ia uma vez por semana, acompanhando também essa médica, no instituto de neurologia”, conta o estudante. 

Para conseguir o estágio, Matheus conta que foi “com a cara e a coragem” em busca de oportunidades. “Eu consegui o e-mail dela (da médica), escrevi uma carta pessoal falando um pouco da minha trajetória acadêmica, do meu currículo, das minhas experiências, do meu interesse em fazer o estágio durante a faculdade e os meus desejos de fazer residência médica lá nos Estados Unidos. e recebi um convite dela, dizendo que se eu realmente quisesse as portas estariam abertas. Foi quando eu decidi comunicar a Univale, pedindo um período de afastamento para que eu pudesse fazer esse estágio”, conta.

estudante de Medicina da Univale faz estágio em NY
Matheus foi recebido pela médica Suelane Do Ouro, doutora em Medicina e referência no uso de novas tecnologias para o tratamento da dor crônica

Enquanto aluno da Univale, Matheus participou de quatro ligas acadêmicas, tendo sido fundador de duas e presidente em outras duas. Também atuou como monitor na disciplina de Farmacologia, participou de cursos de extensão e fez publicações, e agora, já no último ano de curso, o futuro médico é bolsista de iniciação científica. Desde 2019 ele aproveita as férias para buscar outras oportunidades. 

“Durante as férias de julho de 2020 fiz um estágio em uma clínica de medicina de trabalho, e nas férias de julho de 2019 fiz um estágio de 4 semanas em uma grande rede de postos de gasolina para aprender um pouco mais de gestão. Acredito que todo médico deve saber um pouco de administração, uma vez que pode ocupar cargos importantes e ser dono de clínicas e hospitais”, enfatiza.

Contato com novas técnicas da Medicina

Durante o período nos Estados Unidos, Matheus teve a oportunidade de conhecer técnicas novas, adotadas na clínica em que atuou, e ainda pouco usadas no Brasil. “A médica que me recebeu, Drª Suelane do Ouro, trabalha com algumas tecnologias muito bacanas que não são muito conhecidas aqui no Brasil, como o Pump, um dispositivo com liberação lenta de opioide para o paciente com dor crônica, que é uma alternativa para a administração oral”, conta Matheus.

Interessado na nova tecnologia, ele explica que se trata de uma excelente possibilidade para oferecer aos pacientes uma qualidade de vida melhor. “O paciente muitas vezes deixa de ter a necessidade de fazer o uso oral do opióide, e passa a fazer por meio do dispositivo que tem uma ação local, com uma liberação de dosagem que é 100 vezes menor, então reduz muito os efeitos adversos, overdoses. A Drª Suelane é hoje uma das que mais tem pacientes com esse dispositivo nos EUA, então ela tem uma vasta experiência”, explica. 

Oportunidades futuras

Além do aprendizado, Matheus também conta que o estágio no exterior abriu uma série de novas oportunidades. Ele foi convidado pela médica para participar de um projeto de pesquisa sobre os experimentos com o Pump, com a escrita de um trabalho que será publicado nos Estados Unidos. “Foi de grande valia, me agregou muito, e estou à disposição para compartilhar minhas experiências e incentivar outras pessoas a fazer o mesmo. Acredito que é uma experiência que vale cada centavo e todo o tempo investido. É pesado, é correria, eu ficava às vezes 12 horas na clínica, mas valeu muito a pena”.

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