Aluna de Medicina participa de estágio voluntário no Egito

Maria Eduarda Leite, estudante do 4º período de Medicina da Univale, esteve no estágio voluntário por 1 mês e meio na cidade de Xibin El-Kom, província de Menofia no Egito.

A etapa de estágio voluntário extracurricular para a formação do aluno é de extrema importância e Maria Eduarda Leite, do 4º período de Medicina da Univale, pode vivenciar isso em outro país. Ela se inscreveu no programa “Medical Volunteer” pelo site da ONG Aiesec, no qual ela participou entre fevereiro e março de 2022, na cidade de Xibin El-Kom, província de Menofia no Egito.

estágio voluntário no egito
Imagem: cedida por Maria Eduarda Leite

O escritório da ONG em Belo Horizonte (Minas Gerais) entrou em contato com Maria Eduarda para o processo seletivo, no qual ela passou por diversas entrevistas até a sua aprovação. Foram apresentadas diversas opções na América do Sul, Central e na África, mas o projeto que mais interessou a aluna foi no Egito. Ela conta:

“Minha experiência foi maravilhosa, além de ser uma contribuição expressiva para o meu desempenho acadêmico. Em todas as aulas teóricas que tenho agora, posso ver temas que já presenciei na prática no Egito. Foi uma transformação na minha visão de mundo, além de aumentar minha sede por conhecimento e abrir os meus olhos para a importância da relação médico-paciente”.
estágio voluntário da aluna de medicina da Univale
Imagem: cedida por Maria Eduarda Leite

Maria Eduarda também conta que, no começo, estava com muito receio de ir sozinha e viver uma experiência em um país completamente desconhecido. Ela estava no final do 3º período e pôde dividir a vivência com um grupo de estudantes brasileiros de Belo Horizonte, Mato Grosso e São Paulo, e de Quenianos, que já estavam no 10º período do curso. As dúvidas que surgiam acabavam sendo sanadas pelos novos companheiros e, todos os dias, Maria Eduarda aprendia um pouco mais, principalmente pela quantidade de cirurgias que acompanhava.

Nunca tinha ido para tão longe de casa, mas minha rotina lá era bem tranquila. À tarde íamos para o hospital e ficávamos até de noite, quando as cirurgias acabavam. Além disso, vivi em uma cidade comum, onde os únicos estrangeiros eram os estudantes de medicina. Isso enriqueceu muito a minha visão de mundo e o meu repertório cultural sobre o Egito”, conta Maria Eduarda.

Gostou? Compartilhe:
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on email
Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support