Além de três pontos de arrecadação, a iniciativa também adotou doações via pix, e ao todo, mais de três mil reais foram transferidos para a conta bancária da Ascanavi

O Programa da Univale Rede Solidária mobilizou-se mais uma vez em favor da  Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Natureza Viva (Ascanavi). A campanha iniciou em função do atual cenário que tem afetado a renda das famílias dos catadores: a baixa da arrecadação dos materiais recicláveis e a queda do valor das cargas. Com pouco material e com o menor preço da carga, os catadores já chegaram a ficar até dois meses sem conseguir fazer a divisão entre os associados.

A partir deste cenário, alunos, colaboradores e comunidade abraçaram a campanha de arrecadação de alimentos. Com a soma das doações entregues e os valores transferidos via pix da associação (R$3.430,00), todas as 52 famílias da Ascanavi receberam, nesta quarta-feira (20/7), uma cesta básica; sendo 40 compradas (com o dinheiro do pix) em duas rede de supermercados de Governador Valadares e outras 12 cestas montadas a partir das doações recolhidas. Além das cestas, itens de uso coletivo também foram doados, como por exemplo, um fardo de papel higiênico.

Itens da cesta básica 

Itens arrecadados nos campi I e II

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Coordenadora da Ascanavi recebendo as cestas. Imagem cedida por Thiago Santos.

Como continuar fortalecendo a Ascanavi 

As cestas são uma resposta imediata para a dificuldade enfrentada pelos catadores neste momento, mas a longo prazo a renda e sobrevivência da Associação dependem da comunidade. Isto é: o descarte correto dos resíduos, que começa desde a separação do que é orgânico (como cascas de frutas ou restos de comidas), e o que é reciclável (como garrafas pet, caixas de papelão, frascos de perfumes, embalagens de produtos de limpeza, entre outros). Vale lembrar ainda que o material válido para a Ascanavi é o considerado “seco”  e que para ser reciclado precisa ser colocado limpo na sacola e deve ser recolhido pela coleta seletiva. 

Confira os dias que o caminhão Ascanavi passa em cada bairro da cidade

Notas fiscais das cestas e itens comprados:

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O novo equipamento do Ambulatório  é um marco para a qualidade do funcionamento da rede SUS 

O Ambulatório Médico de Especialidades (AME) terá um equipamento que realiza o exame de endoscopia e colonoscopia. A máquina será a primeira da rede SUS em Governador Valadares,  que atenderá em ambulatório médico (até em então, apenas hospitais têm o endoscópio).

Essa conquista foi possível por meio do edital Liberta Minas, que contribui com desenvolvimento de iniciativas públicas e filantrópicas. O programa é dos deputados Guilherme da Cunha (Estadual) e Tiago Mitraud (Federal). E a universidade foi inscrita no Edital a partir da iniciativa da professora de Medicina, Mônica Almeida. 

Para se ter ideia do quão concorrido o edital é, dos mais de  9 mil projetos enviados para o edital, a proposta da Univale foi aprovada pela bancada técnica do Programa. A  reitora, Lissandra Lopes Coelho Rocha, destaca que “um endoscópio dentro do Ambulatório  é mais um conforto para a comunidade”. 

Com a nova máquina, mais pessoas terão acesso a endoscopia e colonoscopia, o tempo e a fila de espera diminuirão, e com isso, a expectativa é possibilitar diagnósticos mais rápidos e precisos.  

Visita no Ambulatório Médico

Nessa sexta-feira, 24, os deputados que realizam o edital foram recebidos no AME, pela diretoria da universidade e coordenação dos cursos. A visita guiada percorreu todas as salas do Centro Clínico, sendo uma oportunidade para os parlamentares conhecerem como e onde a nova máquina será instalada.

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Imagem: Ascorg.

Sobre o AME

Inaugurado em 2020, o  Ambulatório Médico de Especialidades da Univale recebe a população valadarense a partir dos encaminhamentos feitos pelos postos de saúde. Nesses dois anos de funcionamento, mais de 6 mil atendimentos já foram realizados entre as mais de 15  áreas médicas disponíveis no Ambulatório. Vale ressaltar ainda que todos os atendimentos são realizados gratuitamente pelos professores e alunos do curso de Medicina.

As doações podem ser feitas em pontos dos campi I e II da Univale 

Com a baixa das arrecadações dos materiais recicláveis e a queda do valor das  cargas, a renda das mais de 50 famílias da Ascanavi foi impactada nos últimos meses. Para se ter ideia, os catadores já ficaram até 60 dias sem conseguir fazer a divisão da renda entre os associados. Isso porque do valor arrecadado, os custos de manutenção do galpão são quitados e só então, o valor restante é dividido como “lucro”. 

Diante desse cenário, o Programa Rede Solidária Natureza Viva da Univale, está arrecadando itens de cesta básica para a Ascanavi; arroz, açúcar, café, macarrão e óleo, leite, feijão e produtos de higiene pessoal também são bem-vindos à campanha. 

Sobre a Ascanavi 

A Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Natureza Viva - Ascanavi é uma organização civil, sem fins lucrativos, que funciona na Avenida Rio Bahia, km – 415, s/n, no bairro Turmalina. Ao todo, a associação é composta por 54 integrantes, entre homens e mulheres, jovens e idosos. 

O grupo nasceu em 2002, e ao longo desses 20 anos de história, cresceu e se desenvolveu, com o apoio da Univale. Hoje a Ascanavi é uma entidade civil e reconhecida em toda Valadares. 

O que é o Rede Solidária Natureza Viva

O Programa Rede Solidária Natureza Viva é uma extensão da parceria da Univale com a Ascanavi, pois o trabalho desenvolvido em prol do fortalecimento da Associação é paralelo ao nascimento da própria entidade. Ou seja, há duas décadas a universidade se faz presente na vida e história dos catadores. 

Dentro do Programa Rede Solidária Natureza Viva, diversos cursos prestam serviços e oficinas à Associação, como Odontologia, Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Engenharia Civil e Ambiental, Jornalismo, Publicidade e Propaganda entres outros. Cada semestre há uma dinâmica desenvolvida para garantir mais qualidade de vida aos catadores e fortalecimento da Associação. 

Pontos de arrecadação

Dois professores do curso de Direito representam a comunidade e a Universidade 

A Prefeitura de Governador Valadares (MG) empossa nesta quarta-feira (22), por meio da Controladoria-Geral do Município, os membros do Conselho Municipal de Transparência e Controle Social. Das cinco instituições indicadas, a Univale ocupa o 1º lugar na classificação, e está representada por dois professores do curso de Direito: Hélcio Armond e Rogério de Paulo Miranda. Os dois, assim como os demais indicados, exercerão um mandato biênio no Conselho. 

Na prática, a iniciativa que criou esse projeto tem como propósito permitir que a população tenha mais acesso ao poder executivo e, dessa forma,  mantenha-se a perpetuação de uma democracia mais firme, participativa, inclusiva, inovadora e íntegra. 

O que cabe ao Conselho?

Os direitos e deveres concedidos ao Conselho têm como princípio a cidadania já pertencente à comunidade de bem, ou seja: elaboração de projetos, programas, monitoramento das ações  municipais, requerimento de informações do executivo e legislativo, criação de orientações para órgãos públicos de  como desenvolver  instrumentos de transparência e controle social entre outras demandas correspondentes à transparência e integralidade. 

Também participam:  Controladoria-Geral do Município e as Secretarias municipais de Comunicação e Mobilização Social (SECOM),  Fazenda (SMF), Planejamento (SEPLAN) e Procuradoria Geral do Município, e um representante do Poder Legislativo (Câmara de Vereadores). 

Além da Univale, outras instituições compõem o Conselho de Transparência  como titulares e suplentes, confira:  

TITULARES

1º. Universidade Vale do Rio Doce – UNIVALE

2º. Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF

3º. Associação dos Advogados de Governador Valadares – AADVOG-GV

4º. Faculdade de Direito do Vale Do Rio Doce – FADIVALE

5º. 43ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/MG

SUPLENTES

1º. Câmara de Dirigentes Lojistas de Governador Valadares – CDL/GV

2º. Conselho Municipal de Saúde – CMS

3º. Associação Comercial e Empresarial – ACE/GV

4º. Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de MG - CREA/MG

5º. Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG

A sala de aula prática para o curso de Agronomia é também espaço de capacitação para os produtores rurais de Valadares e cidades vizinhas

Sete hectares de campo compõem a larga estrutura da única Fazenda Experimental da região Leste: na prática, as terras fertilizam possibilidades acadêmicas para os estudantes de Agronomia da Univale, e oportunidades para os produtores rurais dos arredores que aprimoram as práticas e técnicas do dia a dia rural a partir de parcerias da universidade com organizações públicas e privadas voltadas para o campo, como o Senar e Emater. 

Isso significa que é a partir da Fazenda Experimental que os alunos associam o conhecimento teórico com a prática de trabalho; desde a escolha de equipamentos, estratégia de plantio, preparação do solo, a plantação em si, colheita e produção final. Toda essa vivência profissional inicia-se no 3º período do curso, ou seja, dos 10 semestres, sete incluem a rotina na Fazenda, como pontua um dos professores de Agronomia, Marcos dos Santos. 

“Aqui os alunos vivenciam a produção de grandes culturas, produção de relatórios, de plantio, prática com máquinas, pesquisas, iniciação científica e o aproveitamento do que é plantado e colhido na Fazenda. No caso do Milho, por exemplo, nesta próxima colheita será usado como alimento para as cabras (que estão para chegar). Já quanto à produção comercial, o coco é o carro-chefe da Fazenda, e toda a  logística até o consumo final, vem da prática dos estudantes de Agronomia . 

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O curso de Agronomia é noturno, mas as aulas na Fazenda acontecem aos sábados. Imagem cedida pelo professor Marcos.

A Letícia Gomes é uma das alunas do curso e para ela “a experiência no curso é uma verdadeira paixão! Porque casa a teoria com a prática, envolvendo todos os processos, desde a semente, e tudo isso é muito enriquecedor. 

Produção na Fazenda Experimental 

Sabe-se que o plantio, colheita e todas as demais fases da produção agrícola tem como produto final a formação dos futuros agrônomos, mas os projetos da Fazenda Experimental mostram que sim, é possível associar o aprendizado sem desperdícios. Na prática, as produções são utilizadas pelos próprios alunos, como é o caso do café. Outras produções são:

Parcerias 

Os projetos desenvolvidos na Fazenda contam com parcerias que enriquecem o processo de aprendizagem dos estudantes e reafirmam o compromisso social da Universidade com o desenvolvimento da cidade. Parceiros como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) usam o espaço da Fazenda Experimental para a capacitação de produtores rurais da região, além de palestras para os estudantes da graduação. 

Alunos e professores do curso de Agronomia da Univale desenvolvem o projeto da horta comunitária para possibilitar à população mais vulnerável uma qualidade alimentar e renda alternativa 

A sustentabilidade e a busca por melhorias sociais estão mobilizando estudantes de Agronomia da Univale. Trata-se de um projeto de extensão com impactos em territórios e atuações macrossociais, ou seja, atende um grande número de pessoas e locais. Da capacitação para plantar e colher à renda e qualidade de vida humana: o projeto que cria hortas comunitárias em bairros carentes garante à população vulnerável uma nova fonte de alimentação e acesso a alimentos mais saudáveis.

A princípio, as atividades estão acontecendo em duas escolas públicas de Governador Valadares, a Escola Estadual Israel Pinheiro e a Escola Estadual Doutor Antônio Ferreira Lisboa Dias. As áreas das escolas onde serão feitas as hortas já foram limpas (por um mutirão comunitário) e as oficinas começarão a acontecer. 

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Mutirão de limpeza para a horta da E. E. Israel Pinheiro.

A ideia é expandir a iniciativa, pois, na prática, os futuros agrônomos realizam o projeto com a comunidade a partir do suporte técnico, abordando desde a  identificação e escolha do solo à colheita e seleção dos produtos até o resultado final. Todo esse  processo de produção é acompanhado pelos professores do curso, explica a professora e responsável pelo projeto, Janaína Gonçalves: 

“A assistência com a população é oferecida por meio de reuniões, oficinas com demonstrações práticas das diversas etapas de cultivo (preparo do ambiente para plantio, produção de mudas, manejo da irrigação, compostagem, manejo de pragas, doenças e plantas espontâneas etc.), visitas para acompanhamento e orientações individuais, participação em atividades pedagógicas, entre outras demandas que podem surgir da comunidade”. 

Transformação social 

Para além do contexto técnico, que compartilha o conhecimento teórico e prático para cuidar da horta orgânica comunitária, os resultados conquistados superam aspectos econômicos e sociais. Com a própria produção das verduras e legumes, a alimentação da comunidade carente atendida preenche requisitos de produtos com melhor valor nutricional, entre outros benefícios. São eles:

Como esse projeto pode ser solicitados? 

As hortas comunitárias acontecem em  escolas públicas ou  instituições filantrópicas. Os responsáveis interessados podem  entrar em contato  pelo telefone (33) 3279-5926. 

Horta comunitária: Agronomia além do ensino em sala de aula 

A experiência proposta para os alunos a partir do projeto, além de gerar impactos positivos e mudanças sociais e econômicas, também é interdisciplinar, como pontua  Janaína. 

A atuação supervisionada no projeto oportuniza aos estudantes uma aproximação com a realidade do profissional da Agronomia, contribuindo para a formação da sua identidade profissional”. A professora ressalta ainda que “por meio das diferentes formas de intervenção previstas no projeto, é possível desenvolver nos estudantes habilidades relacionadas à organização, comunicação e mobilização. Bem como construir e compartilhar conhecimentos, comprometidos com a formação de cidadãos conscientes, competentes e éticos.” 

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Estudantes de Agronomia no mutirão da horta comunitária da E.E. Israel Pinheiro

A qualidade do curso de Arquitetura oferecido no país foi um dos debates, sendo a Univale destaque pela integralidade da graduação 

A qualidade do curso de Arquitetura oferecido no país foi um dos debates, sendo a Univale destaque pela integralidade da graduação 

Membros dos conselhos de Arquitetura e Urbanismo de todas as regiões do Brasil se reuniram em São Paulo para discutir quais e como os cursos da profissão estão formando os futuros e novos arquitetos. A pauta se dá a partir de uma discussão nacional nesse setor: o cumprimento de excelência da jornada acadêmica para construir um profissional que supere as necessidades do mercado e as diretrizes do Ministério da Educação (MEC)

Nesse sentido, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Vale do Rio Doce (Univale) destaca-se “pela integridade na formação do arquiteto: cumprindo o papel social, trabalhando  a extensão, aulas 100% presenciais”, pontua Ilara Duran, coordenadora da graduação. Ela também coordena a comissão de ensino e formação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais, e nesse evento em São Paulo representou a Univale e arquitetos de todo o Estado. 

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Ilara Duran, coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo, no encontro dos conselheiros arquitetos, em São Paulo.

O encontro dos conselheiros de todo Brasil acontece a cada bimestre, como uma prévia do seminário em setembro que discutirá esta pauta da qualidade da graduação de arquitetura entre outras que regem o cenário do mercado arquitetônico. E toda a movimentação estadual e nacional da Arquitetura está sendo acompanhada pela Univale. 

As oficinas e palestras gratuitas e abertas ao público buscam qualificar e ajudar produtores rurais a melhorarem  as habilidades e técnicas do trabalho no campo 

Indo além da sala de aula ou laboratórios; na próxima quarta-feira, dia 8, inicia-se uma jornada de aprendizado entre a comunidade agrícola, estudantes de Agronomia e referências de trabalho e desenvolvimento agrônomo.  Serão três dias consecutivos (8,9 e 10/6) com programações das 16h às 22h: as oficinas, palestras e capacitação gratuita tem como princípio  atualizar e desenvolver novas estratégias de produção rural. Para se ter uma ideia, os temas foram escolhidos a partir de uma pesquisa dos alunos com os produtores, como explica a professora e uma das orientadoras do projeto, Janaína Gonçalves Gomes:

"muitos agricultores enfrentam a dificuldade de ter pouca assistência técnica nas suas propriedades e pouco acesso a informações atualizadas acerca de novas tecnologias. Essa realidade dificulta a otimização do rendimento e produtividade, a adoção de práticas e técnicas ambientalmente corretas, a diversificação nas produções e, até mesmo, o conhecimento sobre políticas públicas. Nesse contexto, o 6º Projeto Integrador do Curso de Agronomia veio com a proposta de, por meio da organização da I Semana do Produtor Rural da Univale, proporcionar aos agricultores acesso à qualificação em diferentes áreas do conhecimento e aproximar os estudantes da realidade profissional”. 

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Peça gráfica: Ascorg

A programação do evento, que é interdisciplinar, também inclui movimentos culturais, “com apresentações de artistas regionais e exposição e venda de artesanatos dos produtos de diferentes associações  da região”, completa a orientadora. Outra atividade que compõe a Semana é a extensão e parceria com as escolas do ensino médio. As turmas serão recebidas pelos alunos de Agronomia, que vão compartilhar as áreas de atuação do (a) Engenheiro(a) Agrônomo(a). 

Toda essa programação está sendo organizada pelos alunos do 5º período do curso, mas os demais períodos também estão participando das atividades. Essa  proposta tem como fim   o desenvolvimento de habilidades para  organizar eventos, incentivar o movimento em prol da transformação social, com a  partilha de  conhecimento, e a valorização cultural da região. 

Confira a programação

16 às 22:00 – Feira de agricultores

18:30 - Credenciamento

19:00 – Abertura do evento – Coordenador do Curso de Agronomia Maykon Dias e Reitora Lissandra Coelho

19:30 às 22:00 – Oficinas:

- Preservação de nascentes

Advogada Rosângela Gonçalves Coelho Villas Boas (Diretora do Departamento de Meio Ambiente - SEMA e Professora titular da cadeira de Direito Ambiental - FADIVALE) e Eng. Agrônomo Marlon Campos Coelho (Departamento de Meio Ambiente - SEMA)

- Sanidade animal - Médico veterinário Vitor Diego Barbosa Alves

16 às 22:00 – Feira de agricultores

19 às 21:45h – Oficinas:

- Segurança alimentar – Secretário Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento Ivan Carlos Gonçalves Fialho

- Horta caseira – Eng. Agrônomo Adir Monteiro de Carvalho (Emater)

- Controle alternativo de pragas e doenças – Eng. Agrônomo Ricardo Arizono dos Reis (Emater)

21:45 – Apresentação do Grupo de Mulheres dos Prazeres

16 às 22:00 – Feira de agricultores

19 às 21h45 – Oficinas:

- Produção de mudas – Eng. Florestal Cibele Chaves Souza França

- Plantas Medicinais – Eng Agrônoma Janaína Gonçalves Gomes (Univale)

- Recuperação de pastagens – Eng. Agrônomo Ronald Hott de Paula (Emater) e Alberto Felix Iasbik (Instituto Estadual de Florestas)

21:45 – Apresentação Aristeles Correia e Fabiano Dias

Mais informações podem ser conferidas pelo https://www.instagram.com/agro_univale/ .

As intervenções propostas pelos alunos fazem parte de uma parceria entre o Município de Valadares e a Universidade para planejar a Rota das Sete Maravilhas

O programa de turismo Viva Valadares agora conta com um reforço para execução de um dos projetos em desenvolvimento na cidade: desde a última sexta-feira (3), oficialmente, os futuros arquitetos estudantes na Univale, estão inseridos na criação da “Rota das Sete Maravilhas”, que é composta pela praça Serra Lima, Açucareira, Ilha dos Araújos, Pico da Ibituruna, Rio Doce, Catedral de Santo Antônio e Igreja Presbiteriana. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo e a Universidade Vale do Rio Doce. 

A contribuição dos alunos de Arquitetura e Urbanismo se dá a partir do projeto integrador do curso, que inclui todos os períodos. As turmas foram divididas, e junto com os professores já estão com o projeto em andamento. A coordenadora do curso, Ilara Rebeca Duran, pontua como será a participação dos alunos: 

“A partir dessa parceria os alunos poderão intensificar o contato com o mercado de trabalho,  entender o contexto histórico das sete maravilhas e propor intervenções na paisagem urbana”. 

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Secretário municipal Kevin Figueiredo e diretora do Departamento de Turismo Betinna Tassis em apresentação do programa Viva Valadares para o curso de Arquitetura e Urbanismo. Foto: setor de eventos/Univale

Essa parceria do curso com o Município surgiu a partir de um convite da coordenadora para o departamento de Turismo da cidade. A ideia foi abraçada pelo  secretário municipal, Kevin Figueiredo, que esteve na Universidade na sexta-feira (3/6), junto com  a diretora do Departamento de Turismo, Betinna Tassis, para apresentar o programa aos futuros arquitetos. “Os alunos do curso irão ajudar no detalhamento da Rota “7 Maravilhas”, incrementando ainda mais esse nosso produto turístico, comentou o secretário nas redes sociais”. 

Letreiro Viva Valadares
Letreiro que representa a cidade e o programa Viva Valadares. Foto: Leonardo Morais

 A programação faz parte da matriz curricular dos estudantes do 1º período 

Ampliando os horizontes técnicos dos estudantes de Arquitetura e Urbanismo, a turma do 1º período esteve no Atelier de um dos artistas de design de cerâmicas da cidade, o renomado Sebastião Pimenta. Conhecido internacionalmente, as obras dele  são referências para profissionais da área.

A visita técnica no atelier faz parte de uma programação de atividades que compõem a disciplina “Composição Tridimensional'', onde os alunos desenvolvem a ciência em elementos visuais, materiais artísticos, entre outros. O professor e organizador da atividade, João Mendonça, explica que “ a ideia da visita foi mostrar aos alunos uma das vertentes de trabalho artísticos, que Sebastião Pimenta desenvolve tão bem, e para conhecer um pouco do trabalho, da trajetória, dos materiais que ele usa e o diálogo desse trabalho com a arquitetura de interiores”. 

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Imagem cedida pelo professor João Mendonça

Esse contato com o mercado de trabalho, a partir de programações como essas, criam caminhos para que os futuros profissionais consigam ir além das teorias e das práticas - legado esse compartilhado entre todas as possibilidades de estudos da Univale: graduação, pós e mestrado.  Nesse sentido, criar redes de convivência com as mais diferentes esferas sociais e profissionais proporciona aos alunos experiências multidisciplinares, como destaca Rodrigo dos Santos, que esteve na visita  técnica. 

“O Atelier Sebastião Pimenta é uma janela para a imaginação que a Univale juntamente com esse artista renomado abriu para cada aluno do 1º período do curso de Arquitetura e Urbanismo: a visita ao local de criação, a oficina, e ao local de exposição e venda, o atelier, foram de extrema importância para aguçar as mentes inquietas dos futuros arquitetos. O artista Sebastião Pimenta é brilhante e um ser humano incrível que domina tanto o conhecimento de artes em cerâmica quanto a empatia com seus futuros parceiros e clientes, foi uma visitação incrível’, pontua. 

Construção de carreira foi tema abordado pelo professor Omar Azevedo para alunos do terceiro ano do colégio Imaculada Conceição

Na manhã desta sexta-feira (29), a sala de aula da turma de terceiro ano do ensino médio do colégio Imaculada Conceição ficou bem diferente. Os alunos saíram da escola para passar um dia na universidade, conhecendo um pouco mais de perto a rotina que terão a partir do próximo ano. A turma foi recebida no auditório A da Univale pelo professor Omar Azevedo, coordenador do curso de Psicologia, que levantou um bate-papo sobre decisão de carreira. 

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Professor Omar Azevedo durante palestra. Imagem cedida pelo Colégio Imaculada Conceição.

Para abrir a conversa, o professor trouxe um questionamento: “quando começa a sua carreira? Será que ela já começou?”. Para o estudante Pedro Henrique, a carreira começa “a partir do momento que você começa a fazer suas próprias escolhas”. Já Maria Eduarda acredita que a carreira tem início quando decidimos qual é o nosso objetivo: “a carreira começa quando escolhemos onde queremos chegar. A partir daí eu vou trilhar um caminho, que é onde vai ser construída a minha carreira”. 

Ponto para os alunos. “A carreira começa quando descobrimos o que gostamos, o que fazemos bem, quais são as nossas habilidades. A sua pode ter começado aos 8 anos de idade, aos 12, mas ela com certeza já começou”, explicou o professor. Em seguida, o psicólogo também destacou que a carreira não é algo estático, não se cristaliza. “Mesmo que passemos 20 anos na mesma profissão, isso não quer dizer que estivemos sempre fazendo a mesma coisa. Nossa carreira está em constante evolução, porque o mundo está em constante mudança”. 

Para ilustrar, os alunos foram convidados a observar um famoso vídeo sobre a troca de pneus na Fórmula 1:

Os alunos ainda puderam refletir um pouco sobre os mitos e verdades que cercam o universo do trabalho, dentre outros assuntos levantados na primeira parte da manhã. Já no segundo momento, a turma se dividiu por áreas de interesse. 

Visita aos laboratórios e espaços dos cursos 

Como uma viagem no futuro, os estudantes puderam conferir de perto a rotina, desafios e infraestrutura que os aguarda na formação acadêmica e atuação profissional. Para viver esta experiência e compreender de fato os papéis e processos dos estudos, pesquisas, iniciações científicas e práticas, a turma se dividiu em quatro escolhas: Medicina, Psicologia, Comunicação e  Medicina Veterinária 

Visita do colégio
Imagem cedida pelo o Colégio Imaculada Conceição.

Os tours pelos laboratórios foram guiados por um professor de cada curso e os estudantes também puderam tirar dúvidas ao longo da visita. Quem optou por Medicina conheceu o laboratório de anatomia. A professora da graduação Elaine Sherrer, lembrou aos alunos “que antes de chegar aos estudos práticos, há muita leitura de artigos e teorias em geral.” Mas para a aluna e visitante Maria Luiza, não há obstáculos para os sonhos. “Quero Medicina há muito tempo. Já até pesquisei a área e gostei muito de neurologia”, comenta a futura estudante. Já o colega dela, o Pedro Henrique, ainda está se decidindo. “Tenho interesse na área, mas ainda estou pesquisando. A certeza é que meus pais me apoiam na escolha que eu fizer”. 

Os que escolheram Medicina Veterinária estiveram no laboratório anatômico do curso.  Já os estudantes que escolheram Psicologia, puderam conhecer o Serviço de Psicologia aplicada. E quem ainda não nem começou os estudos, mas já chegou deixando uma  marca registrada na universidade, foram os estudantes que escolheram os cursos de comunicação. Além de conhecer a rádio universitária, eles participaram de um podcast. 

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Rádio Universitária. Imagem cedida pelo o Colégio Imaculada Conceição.

Um dos professores da turma é o Maycon Gonçalves,  ele pontua que desde o 1º ano do ensino médio, o colégio desenvolve um programa para ajudar os alunos a descobrirem os talentos e profissões a serem seguidas. “Estar na universidade tendo a oportunidade  conhecer a realidade prática das profissões que eles escolheram é a finalização de um longo trabalho que vem sendo desenvolvido com os alunos.”

O projeto dos cursos da saúde investiga a causa do aumento de quedas físicas dos esportistas da  terceira idade que frequentam a Praça de Esporte da cidade

A Praça de Esportes de Governador Valadares recebe cerca de  1.200 idosos para as aulas de pilates, hidroginástica e outros exercícios físicos. E desde a retomada das atividades, após o avanço da vacinação contra a Covid-19, o aumento da  taxa de quedas físicas entre os esportistas da  terceira idade tem preocupado a equipe técnica da Praça.

O problema  não era comum antes da pandemia. Além disso, a estrutura da Praça é construída para proporcionar 100% de acessibilidade.Isso significa que, na prática,  não há motivos de infraestrutura para as quedas acontecerem. Com essa conclusão da equipe da Praça, acredita-se que a série de impactos da pandemia afetou a saúde dos idosos e, por isso, as quedas. 

Para investigar e buscar soluções que garantam a saúde e integridade física da terceira idade que  frequenta as práticas esportivas, a Praça de Esporte procurou a Universidade Vale do Rio Doce. A parceria firmada  inclui os cursos da saúde como agentes pesquisadores e propõe uma intervenção dos estudantes para melhorar a qualidade de vida dos idosos. 

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Reunião de alinhamento do projeto Univale na Praça. Imagem: arquivo pessoal da professora Anaile Toledo

A primeira etapa consiste em uma triagem e está sendo realizada esta semana, na Praça de Esportes, até sexta-feira. “Cada idoso é direcionado a passar por dois testes clínicos para avaliação do equilíbrio e funcionalidade, em seguida ele é conduzido para responder a um questionário e logo após tem seus dados vitais, peso e altura mensurados para o cálculo posterior de seu IMC (índice de massa corpórea). Em 3 dias intensos de ação, já avaliamos mais de 300 idosos”, comemora a professora e coordenadora do projeto, Geane Alves.

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Participam do projeto os cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia,Enfermagem e Nutrição. Imagem: Arquivo pessoal professora Geane Alves.

Outras etapas da parceria: 

Após a triagem, cada caso será analisado para que, individualmente, os idosos recebam conclusões e possam ter o tratamento e orientações adequadas,  como explica a professora e coordenadora do curso de Fonoaudiologia, Luciana Silveira: "Investigar o porquê das quedas dos idosos após a prática dos esportes, conhecendo os hábitos de vida, histórico de saúde familiar e os desafios sociais é o caminho para as próximas etapas desenvolvidas pelos cursos da saúde"

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Imagem: arquivo pessoal da coordenadora do curso de Fonoaudiologia, Luciana Silveira.

Para o secretário municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, Kevin Figueiredo, a parceria entre o Município e a Universidade reforça a importância da atuação social dos estudantes. “Como um entusiasta do ensino superior, tenho certeza que teremos excelentes resultados desse estudo que fará muita diferença na vida desses idosos e na promoção da qualidade de vida da cidade,” pontou. 

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Mais de 300 idosos já foram avaliados pelos estudantes. Imagem: Arquivo pessoal professora Geane Alves.

Cursos que participam do projeto  Univale na Praça:

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As avaliações nos idosos estão sendo feitas em turnos da manhã, tarde e noite. Imagem: Arquivo pessoal da professora Geane Alves.
Univale
Cursos
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